EU ASSISTI: EU, TU E ELA



Jack (Greg Poehler) e Emma (Rachel Blanchard) são casados a quase dez anos, moram em um bairro tradicional do subúrbio e são bem sucedidos no âmbito profissional, mas a alguns anos a relação deles esfriou um pouco e ambos começaram a freqüentar uma terapia de casal, querendo recuperar as relações sexuais que já são quase inexistentes.

Jack acaba desabafando com seu irmão e conta tudo o que está lhe preocupando no casamento, o mesmo lhe dá a idéia de contratar uma acompanhante que não faz sexo, uma mulher com quem ele pode sair, paquerar, conversar sobre qualquer coisa, mas com quem ele não vai transar no final da noite. Depois de muito pensar, Jack contrata Izzy (Priscilla Faia), uma estudante de psicologia que sai com homens casados para que eles possam desabafar, mas eles acabam despertando um interesse mutuo. 

Cheio de culpa por ter se sentindo atraído por Izzy e por quase ter ido para cama com ela, Jack conta a Emma tudo o que aconteceu, deixando-a furiosa. Emma decide que quer conhecer a mulher que despertou o interesse do marido, então a contrata para um encontro e, para a surpresa de todos, Emma também acaba se interessando pela moça. 


Emma conta a Jack tudo o que aconteceu entre ela e Izzy, mas os dois decidem que é necessário reprimir aquele louco desejo. Mas os dois se vêem perdidamente apaixonados por Izzy, que está tão confusa quanto o casal. 

A jovem estudante de psicologia, dividi um apartamento com a amiga e está iniciando um relacionamento com Andy (Jarod Josep), mas se vê envolvida pelo casal e igualmente apaixonada pelos dois. Ela começa a se sentir uma destruidora de lares à medida que vai os encontrando.

Quando vi a série na Netflix, a sinopse me chamou atenção por ser um assunto pouco abordado na mídia. Coloquei o primeiro episodio e quando me dei conta estava aguardando ansiosamente pela próxima temporada.

Apesar de ser um tem “pesado” – porque mostra como as pessoas são preconceituosas com assuntos que não compreendem bem – os episódios são leves e nos faz rir o tempo inteiro, mesmo com os momentos dramáticos. 

A mensagem dá série foi bem clara para mim: não devemos julgar apenas porque não entendemos.
 
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