EU ASSISTI: GIRLBOOS


Girlboss é a nova série do Netflix, baseada em uma autobiografia de mesmo nome da Sophia Amoruso, criadora do Nasty Gal, um comercio de roupas vintage que surgiu no e-Bay e virou uma loja online, alcançando um lucro de US$ 100 milhões em apenas sete anos. E apesar da empresa ter declarado falência e ter sido vendida por US$ 20 milhões, a série é baseada no livro lançado em 2014, escrito pela própria Sophia. 

A séria foi estrelada por Britt Robertson, Ellie Reed, Johnny Simmons e produzida por Charlize Theron, ela mostra o crescimento e o amadurecimento de Sophia Amoruso, desde a época em que trabalhava para ter uma vida normal até o momento em que, de repente, tudo começa a dar certo. 

Sophia tem 23 anos e não sabe o que fazer de sua vida, ela pula de emprego em emprego, sem conseguir parar em algum. Além disso, é solteira e não tem nenhuma perspectiva do seu futuro. Até que em um belo dia, depois de ser demitida, ela entra em um brechó e compra por US$ 9 dólares uma jaqueta de motociclista da década de 70 original e quando a consegue revender por aproximadamente US$ 700 dólares no e-Bay, descobre o que quer de sua vida. 



Não li o livro em que a Sophia escreveu sua autobiografia e tem o mesmo nome da série, e sempre fui muito leiga no assunto “moda”, então, as impressões que trago aqui hoje são apenas da série produzida pela Netflix. 

Os episódios são bem curtinhos e bem divertido, o que me fez maratonar a série inteira em apenas um dia, em algumas situações eles abusaram um pouco de alguns artifícios e tornaram algumas um pouco fictícia, mas isso apenas deram um toque a mais a série. A fotografia é muito colorida e deixando a série é bem interativa. 

A princípio a Sophia se mostra bem petulante e mimada, e segue assim por vários episódios, as vezes isso torna a situação engraçada, em outras não. Muitas vezes senti vontade de entrar na série só para dizer pessoalmente a ela: “Porra! Muda de atitude, mulher!”. Mas em um determinado momento da série, ela percebe que daquele jeito não vai para frente e amadurece. Também podemos ver que ela teve uma infância um pouco difícil com o pai, que não acredita no potencial dela, e a mãe, que fugiu de casa quando ela tinha 12 anos. 



Um dos melhores pontos da série é a de descobrir quem você realmente quer ser. As vezes nos perdemos tentando agradar nossos pais, mas seremos felizes fazendo algo que não queremos? O que é mais importante? No meu caso, nunca tive problema com isso, meus pais sempre disseram que eu poderia ser o que quisesse, nunca houve pressão em cima de uma profissão, então eu me descobri sozinha, sem ter uma pressão em cima de mim.

Sobre os personagens secundários cada um tem o seu papel na série, Annie, Shane, Nathan são os que mais aparecem, já que são o “grupo” de Sophie, mas temos outros importantes, como o Lionel, que é maravilhoso, o pai da Sophia, e os outros vendedores de roupa vintage que não acreditam no que ela faz (reformar as roupas antes de vende-las) e nem no potencial dela. 

A relação dela com os amigos, é muito bacana também! O relacionamento dela com Shane, a amizade dela com Annie, que muitas vezes me fez lembrar da minha melhor amiga várias vezes, também tem Nathan, um artista que se encontra na mesma situação que a Sophia. Dão um toque muito especial a série. 




No fim das contas, a série é curtinha, os personagens são cativantes, é divertida, mas tem drama na medida certa e é ótima para maratonar. Se você não entende nada de moda como eu, não se preocupe, você não vai ficar perdida na série. 

Espero que vocês tenham gostado da resenha e que deem uma oportunidade de assistir a série, porque os personagens


 
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