INSPIRAÇÃO: HORTA EM CASA

Depois que comecei a fazer o projeto da casa de minha prima - para quem não sabe, sou estudante de Design de interior -, estamos pesquisando sobre hortas praticas, bonitas e funcionais. Já que ela gosta de se alimentar de forma saudável e de ter os temperos plantados. Foi justamente isso que me inspirou a mostrar a vocês algumas hortas que dá para fazer em casa, seja no quintal, na varanda do apartamento ou até mesmo na cozinha. Projetos simples e outros mais elaborados que vocês podem fazer até mesmo sozinha. 



Nessa primeira imagem, podemos ver um vem simples feito com algumas prateleiras de madeiras e cordas, esse projeto é bem fácil e você pode fazer em casa se tiver os materiais adequados para fazer círculos na madeira para encaixar o vaso om facilidade. Depois disso basta ir passando a corda e dando aluns nós embaixos dos furos para segurar a prateleira e depois basta amarrar em algum lugar. 

Você também pode perceber que as outras duas são pedaços de madeira pregados na parede com vasos presos, dá uma pouco de trabalho, mas você também pode fazer em casa e o melhor de tudo é que pode fazer na medida que quiser e da forma que quiser, só tome cuidado para não machucar o dedo. 

Ainda no estilo "faça você mesma", temos uma horta feita com canos grandes, presos a pedaços de madeira pregados na parede. Algo bem simples, rustico e que ficou muito bonito. Também temos exemplos de hortas feitas com garrafas pet e cano de tubulação menor, além da horta em que são apenas prateleiras largas o suficiente para os vasos, bem simples e elegante. 



E uma dica super bacana é colocar os nomes do que você está plantando, seja com uma plaquinha, tinta, giz ou o que você achar melhor e mais pratico. Sinceramente, estou tão empolgada com essa ideia que não vejo a hora de ter uma casinha para que eu poça fazer uma hortinha assim. 


ONDE ESTÁ SEGUNDA?


Em um mundo ainda mais frágil por conta da superpopulação, o governo determina que todas as mulheres só podem ter um único filho, os outros (em caso de gêmeos e etc) são colocados para dormir até que o mundo esteja apto a recebê-lo. 

Mas quando sua filha morre e deixa sete filhas gêmeas, Terrence Settman vai contra as regras do governo e resolve criar as netas de um jeito nada conveniente. As sete irmãs gêmeas (Noomi Rapace) foram criadas para conviver juntas em um mundo que elas não podem assistir, por isso foram nomeadas como os dias da semana e só podem sair de casa em seu respectivo dia. Apesar de nem todas concordarem com essas regras, elas são unidas a ponto de obedecê-las, para a proteção de suas irmãs, mas quando Segunda desaparece, as seis que sobraram precisam descobrir o paradeiro dela enquanto são caçadas pelo governo. 

Onde Está Segunda? (What Happened to Monday) é um filme diatópico, mas diferentes dos muitos filmes do gênero que vem sendo lançados ultimamente como originais Netflix. Mas diferente de qualquer outro, Max Botkin e Kerry Williamson, os roteiristas, trazem uma narrativa eficiente ao trabalhar com “sete” protagonistas. Não podemos deixar de parabenizar a Tommy Wirkola, pela excelente direção, deixando o filme ainda melhor. 


O filme nos traz a reflexão do que seriamos capazes de fazer para sobreviver. Eu fiquei tempo inteiro me perguntando o que faria se vivesse naquele tempo, se conseguiria ser a favor de manter crianças em coma até que o crescimento econômico melhorasse. E o desdobramento do filme sobre essa decisão do governo vai nos dando cada vez mais material para refletir sobre o assunto. 

A atuação de Noomi Rapace é sensacional, conseguindo interpretar as sete irmãs gêmeas, cada uma tendo uma personalidade completamente diferente, de uma forma brilhante. É inevitável não comparar um pouquinho – tanto a atuação quanto o estilo do filme – com Orphan Black em que Tatiana Maslany consegue interpretar tantas clones tão diferentes uma da outra.

Onde Está Segunda? é a melhor esstréia da Netflix no catálogo de filmes de agosto. Vale muito a pena conferir!


A IMPORTÂNCIA DO INGLÊS


Cada dia que passa o inglês vem se tornando uma língua fundamental em nossas vidas, não é? Hoje vim falar de como esse idioma está se tornando indispensável no nosso cotidiano, seja para trabalhar, estudar, viajar ou se comunicar com o resto do mundo. 

Eu venho pensando muito nisso, pois cheguei a fazer alguns cursos de inglês – fora o que aprendi na escola -, mas nunca levei para frente e acabava desistindo. Hoje em dia me arrependo, venho querendo viajar o mundo a cada dia que passa e sem uma segunda língua isso é muito complicado, fora algumas coisas básicas como conseguir ler aquele segundo livro da série que ainda não foi lançado no Brasil, assistir sem dificuldades o episodio que ainda não tem legenda. Sem contar que um currículo com uma segunda língua é muito mais aceito do que os outros. A verdade é que o inglês nos abre portas e por não saber falar o idioma, acabamos perdendo oportunidades. 

O fato de eu estudar e trabalhar o dia inteiro, não me deixa muito tempo para fazer um curso presencial, por isso comecei a pesquisar dicas de estudos e me deparei com o Nada frágil, que tem um artigo maravilhoso sobre os cursos de inglês online que valem a pena, nos contado os pros e os contras deles e facilitando muito a nossa vida. 

Gostei tanto do artigo que decidi trazer para vocês com a intenção de facilitar suas buscas também. Além de querer divulgar o Nada Frágil, que é um site maravilhoso e cheio novidades sobre o universo feminino ♡

Como vocês estão com o inglês? Me contem!


A GAROTA DO CALENDÁRIO (DEZEMBRO) AUDREY CARLAN

Título: A Garota do Calendário: Dezembro
Título original: Calendar Girl
Série: A Garota do Calendário
Autor: Audrey Carlan
Livro: 12
Editora: Verus
Páginas: 160
Adicione: Skoob
Comprar: Saraiva / Amazon
Nota: 4/5
Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser. Em novembro, Mia viajará novamente para Nova York por motivos profissionais, mas dessa vez o trabalho é diferente. Ela precisará entrar em contato com celebridades — sorte dela que alguns dos amigos que fez em sua jornada estão prontos para ajudá-la!

Como já contei nas resenhas dos livros anteriores (JaneiroFevereiroMarço -AbrilMaio - Junho - Julho - AgostoSetembro - Outubro - Novembro) Mia Saunders precisa de muito dinheiro, depois que seu pai fez uma dívida de um milhão de dólares com Blaine, um perigoso agiota, que por acaso é o ex-namorado dela, e acabou em coma no hospital, restou para a garota largar sua vida para conseguir pagar a dividia, já que o agiota estava ameaçando a vida de Maddy, sua irmã mais nova. Mia então virou um acompanhante de luxo e todo mês é mandada para um destino diferente, onde mora com seu cliente e vive novas aventuras.

Dezembro é o último mês do ano e consecutivamente o último livro da série. E apesar de não ter mais um cliente, nesse mês a Mia viaja para Aspen junto com Wes, pois além de ir fazer mais uma matéria para o seu quadro no programa, eles vão passar o natal com toda família reunida em um chalé. Mas, como a vida de Mia nunca é fácil, chegando lá ela reencontra com alguém do seu passado está de volta, então a nossa querida protagonista tem uma última pendência antes de seguir sua vida e ser feliz. 


"Aprendi uma lição muito valiosa com tudo isso. O amor nem sempre é gentil. Pode ser impiedoso, cruel e covarde, mas isso não significa que ele deixa de existir."


Infelizmente, não posso falar muito sobre o último volume, pois acabaria dando spoiler mesmo sem querer, a única coisa que posso dizer é que o livro tem muitas reviravoltas, mas o livro é muito emocionante, pois podemos ver a Mia junto com sua nova família, pessoas com quem pode sempre contar. Ela teve uma jornada incrível que lhe proporcionou muitas coisas boas, mesmo com os desastres que viveu pelo caminho, ela teve um bom final. 

Apesar de terem sido doze livros, eu queria mais. Queria saber o que aconteceu na vida de todos depois daquele ano, mas nem tudo nessa vida é possível, então gosto de imaginar as coisas de forma positiva. A série valeu muito a pena só de ter visto o crescimento da protagonista como pessoa, as pessoas que ela conquistou aos pouco e o rumo que tudo tomou. 


"Como a vida. Você nem sempre pode planejar coisas bonitas. Às vezes a beleza toma forma bem na sua frente." 

A leitura desse mês foi fluída, assim como os outros livros. E me despeço aqui dessa série espetacular, dos personagens maravilhosos e das histórias contadas. A garota do calendário é uma série incrível que recomendo a todos.

Espero que vocês tenham gostado da resenha, não apenas desse livro, mas de toda a série! Me contem se vocês já tiverem lido e o que acharam da resenha. 

"Confie na jornada.

ATYPICAL


Sam (Keir Gilchrist) é um adolescente de 18 anos no espectro autista, que está no ensino médio e passa por complicados dilemas. A série se desenvolve a partir de como o San enxerga o mundo, tendo todos os episódios narrado por ele em uma conversa com sua psicóloga Julia (Amy Okuda), servindo para nos mostrar a mudança de todos os membros de sua família e amigos. 

Elsa (Jennifer Jason Leigh), a mãe de Sam, é uma mulher que em crise. Ela sempre viveu para as necessidades da família e de Sam, abrindo mão de tudo para cuidar do seu filho com autismo, e quando percebe que o mesmo está se tornando um adulto e se tornando cada vez mais independente, ela simplesmente pira. Doug (Michael Rapaport), o pai de Sam, é um dos personagens que mais tem uma carga dramática, ele não conseguiu lidar com o “autismo” de Sam da mesma forma que Elsa, e nunca conseguiu criar um laço com o menino, então se culpa por ter sido ausente na vida dele e tenta compensar isso sendo bastante presente na vida de Cassey, sua filha mais nova. Cassey (Brigette Lundy-Paine) aprendeu a lidar com o irmão, seja no silêncio e na gritaria, e dá para ver o quanto ela o compreende e se preocupa com o mesmo, mas apesar disso, tudo o que ela quer é ganhar uma bolsa em uma faculdade longe e poder ficar distante de toda a confusão da sua família. Temos também o Zahid (Nik Dodani), que é o único amigo de Sam e lhe dá conselhos sobre garotas, conselhos que nem sempre deveríamos levar a sério. 


O jeito direto que Sam lida com qualquer situação, deixa tudo imprevisível. As vezes as conseqüências disso nos faz rir, mas em outras nos deixa imensamente incomodado, por que é em situações parecidas que o personagem dele sofre Bullyng e estamos vendo pelo seu ponto de vista. 

Atypical tem um ritmo bastante leve, mas que carrega uma enorme carga dramática e pode nos emocionar facilmente, assim como nos fazer rir. Além disso, a primeira temporada consta apenas com 8 episódios de 30 minutos, que nos faz conseguir assistir a série inteira em apenas um dia e ansiar pela próxima temporada. 

Os ambiente tem iluminação delicadas, com cores claras e acompanhados de uma trilha sonora leve, o que foi uma boa sacada, porque todas essas coisas em excesso podem enlouquecer alguém no espectro autista. No fundo, a série nos mostra de maneira descontraída mostra que ser normal é a missão mais complicada de todas.


MAUS - ART SPIEGELMAN

Título: Maus
Autor: Art Spiegelman
Páginas: 295
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2009
Adicione: Skoob


Maus, rato, em alemão, é a história de Vladek Spiegelman, judeu-polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz, narrada por ele próprio ao filho Art. O livro é considerado um clássico contemporâneo das histórias em quadrinhos. Foi publicado em duas partes, a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, Maus ganhou o prestigioso Prêmio Pulitzer de Literatura. A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica. Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas, artes, história, literatura e psicologia. Em nova tradução, o livro é agora relançado com as duas partes reunidas num só volume. Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazistas ganham feições de gatos; poloneses não-judeus são porcos e americanos são cachorros. Esse recurso, aliado à ausência de cor dos quadrinhos, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto. Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. É implacável com o protagonista, seu próprio pai, retratado como valoroso e destemido, mas também como sovina, racista e mesquinho. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo dos quadrinhos e um relato histórico de valor inestimável.

Art Spiegelman é um ilustrador e cartunista que apesar de ter dito um relacionamento conturbado com seu pai, um judeu polonês sobrevivente do holocausto, resolveu contar a história do mesmo em quadrinhos. A história é contada de uma maneira bem diferente das outras sobre o mesmo tempo, pois além de ser um quadrinho, Art representa as pessoas como animais, judeus são ratos, nazistas são gatos, poloneses porcos e etc.

A narrativa pula do presente para o passado, mostrando Art e seu pai enquanto ele escreve e desenha, e nos flash back do pai, mostrando a história do mesmo desde o momento em que conheceu Anja (mãe de Art) até o final da segunda guerra. Na narrativa do presente, Art também demonstra como era complicado o seu relacionamento com o pai mesmo nos tempos atuais. 



Podemos perceber que Art tenta deixar o livro o mais real possível, se indagando várias vezes se estava fazendo a coisa certa, pois era uma história pessoal e pesada demais para ser contada em quadrinhos. Se aquilo que estava fazendo não era um sonho alto demais para alcançar. Graças a todo esse realismo, Maus ganhou o prêmio Pullitzer em 1992, um prêmio entregue apenas aos melhores trabalhos de jornalismo, e tendo sido entregue pela primeira vez a um graphic novel (quadrinho). 

Maus é um relato real, pessoal, trágico e impactante, que vem emocionando a todos que o lêem desde a sua primeira edição. O Holocausto é uma história que todos conhecemos, mas é contada de uma forma muito diferente nesse quadrinho e vale muito a pena ser lida. Ele foi publicado em 1980 e terminado em 1991, inicialmente dividido em três volumes, mas atualmente é vendido com a história completa em um único exemplar.


PERFEITA É A MÃE


No mundo politicamente correto de hoje em dia, é muito complicado se criar um filho. Perfeita é a mãe (Bad Moms) mostra uma realidade em que mulheres independentes e trabalhadoras precisam também cumprir a tarefa de dona de casa e mãe, fazendo com que a mulher fique sobrecarregada em todas as funções.

O filme mostra que ser uma mãe perfeita nos dias de hoje, significa ter que abrir mão de suas vontades próprias e viver sua vida apenas em funções dos filhos, e Amy (Mila Kunis) aceitava perfeitamente que sua vida fosse assim. Trabalhando apenas duas vezes por semana em uma empresa, para que pudesse se dedicar aos filhos, levando-os e buscando em todas as atividades extracurriculares, participando de todos os eventos da escola e até mesmo fazendo os trabalhos dos mesmo. Mas quando descobre que seu marido, Mike, está tendo um caso a alguns meses com uma mulher que só conhece no computador, Amy surta um pouco.

Ela começa a agir de maneira estranha e parar de concordar com as regras que foram estabelecidas para sua vida. Então se junta com outras mães, que também buscam se libertar de uma realidade sufocante. Elas não estão atrás de apenas diversão, elas querem reconhecimento pelo trabalho que fazem dentro e fora de casa.


Não existe nada de novo em Perfeita é a Mãe!. nada de surpreendente ou incrível. É apenas mais um filme como os outros do gênero, repleto de clichês. No entanto, mostra um conceito diferente sobre a maternidade/paternidade, estabelecendo que não existe mais um papel único da mulher ou do homem, mas como eu disse antes, nada de novo, surpreendente ou incrível. Fica apenas claro que ninguém é obrigado a nada, e que você, como mãe, pode mudar o rumo das coisas que acontecem em sua casa.


Apesar de terem colocado seis ótimas comediantes para protagonizar o filme, a narrativa do filme é mal construída e o excesso de piadas sexuais constrangem mais do que alegram quem está assistindo. Um bom filme para assistir quando não se tem mais nenhuma opção, mas está longe de ser um filme que eu assistiria outra vez. 



A GAROTA DO CALENDÁRIO (NOVEMBRO) - AUDREY CARLAN


Título: A Garota do Calendário: Setembro
Título original: Calendar Girl
Série: A Garota do Calendário
Autor: Audrey Carlan
Livro: 11
Editora: Verus
Páginas: 160
Adicione: Skoob
Comprar: Saraiva / Amazon
Nota: 4/5

Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser. Em novembro, Mia viajará novamente para Nova York por motivos profissionais, mas dessa vez o trabalho é diferente. Ela precisará entrar em contato com celebridades — sorte dela que alguns dos amigos que fez em sua jornada estão prontos para ajudá-la!

Como já contei nas resenhas dos livros anteriores (JaneiroFevereiroMarço -AbrilMaio - Junho - Julho - AgostoSetembro - Outubro) Mia Saunders precisa de muito dinheiro, depois que seu pai fez uma dívida de um milhão de dólares com Blaine, um perigoso agiota, que por acaso é o ex-namorado dela, e acabou em coma no hospital, restou para a garota largar sua vida para conseguir pagar a dividia, já que o agiota estava ameaçando a vida de Maddy, sua irmã mais nova. Mia então virou um acompanhante de luxo e todo mês é mandada para um destino diferente, onde mora com seu cliente e vive novas aventuras.

Novembro é o penúltimo mês do ano e, conseqüentemente, o penúltimo livro da série. Depois de uma jornada inimaginável, temos uma leitura vem leve, sem nada extraordinário acontecendo, mas o que não deixa a trama menos incrível. 

"Às vezes um homem tem que passar pelo inferno para valorizar aquilo que tem de bom." 

Depois do excelente trabalho que fez no mês anterior, Mia resolve convidar alguns de seus amigos, e antigos clientes, para entrevistá-los em seu programa. Mason e Anton concordam rapidamente e aproveitamos para matar a saudade desses dois. Também acompanhamos a Mia por uma viagem de trabalho a Nova York, ao lado de Wes, que apesar de estar mais recuperado do seu trauma, ainda age de maneira possessiva em relação à Mia e seus amigos. 

E se você estava sentindo muita saudade do Max, como eu estava, Mia também vai passar o dia de ação de graças com a toda sua família – exceto seu pai, que continua em coma – e para surpresa de todos, Mia e Mandy nunca tiveram um jantar de ação de graças antes, fazendo a raiva que Wes e Max sentem pelo pai dela aumentar. 

"Meu último pensamento antes de cair no abismo, em direção às águas escuras da nossa paixão, foi o de que todos os anos, todos os feriados, todos os dias da minha vida seriam assim, maravilhosos, desde que eu tivesse Wes comigo."

Mas quando pensamos que tudo está perfeitamente bem, acontece uma coisa no final do livro, um pequeno gancho que me deixou super curiosa, e como já li o último volume, posso dizer que algo bombástico ainda vai acontecer. 

Nesse volume não temos personagens novos, mas temos a reaparição de personagens incríveis e que sentimos muitas saudades ao longo dos volumes. Faz alguns meses que terminei de ler essa série e ainda sinto uma saudade absurda dela. 


FIZ UMA LIMPA EM MINHA VIDA!


Esses dias achei uma antiga pasta de fotos antigas, daquele tempo de colégio, sabe? Fiquei encarando minha imagem rodeada de supostos amigos, amigos com que eu enfrentaria o mundo e que hoje nem se lembram da minha existência. Aquelas fotos representam momentos alegres, momento em que nos divertíamos e dizíamos que a amizade seria para sempre, que mostraríamos aquela mesma imagem para nossos filhos e netos, que contaríamos aquela história para sempre. Então, me pergunto, o que aconteceu com aquela amizade tão grande?

Por muito tempo coloquei a culpa na vida. Dizia a mim mesmo que o motivo de não me procurarem, de não nos vermos mais, era a faculdade, o trabalho, a falta de tempo. Mas sempre que precisavam de mim para alguma coisa, rapidamente meu celular tocava, eu recebia uma mensagem e por ai vai. Então, eu comecei a me perguntar outra coisa, aquela amizade era realmente verdadeira?

Chamo minha melhor amiga de irmã, conheço ela desde o jardim de infância, nós duas fazemos faculdade e temos o dia corrido, mas sempre, SEMPRE, que preciso desabafar, jogar conversa fora, eu sei que posso mandar mensagem que ela vai responder (mesmo que demore bastante, pq né?), ela sabe o mesmo sobre mim. Não conseguimos nos ver sempre, mas sempre que temos um tempinho livre, damos um jeito de sair. Essa amizade eu sei que a verdadeira, porque eu sinto que ela me quer na vida dela sempre e não apenas quando precisa de alguma coisa. 

Também tenho amigos do jardim de infância que não vejo há anos, mas não é incrível que sempre que nos encontramos na rua, sentamos, colocamos o papo em dia e eu sei que a pessoa ficou genuinamente feliz em me ver simplesmente porque pudemos matar a saudade de um tempo bom. 

Então, sabe aquelas limpas que fazemos no facebook e apagamos as pessoas que não interagem? Simplesmente parei de correr atrás de pessoas que não agregavam em nada em minha vida. Hoje ouço muita gente dizer o quanto eu me afastei e não sou mais presente, mas sabe de uma? Não me importo mais. Minha consciência está limpa e leve, como a muito não estava.


OS 5 PIORES FILMES QUE JÁ ASSISTI NA VIDA

Não é sempre que vemos um filme bom. Por vezes, damos a sorte de assistir trabalhos fantásticos em sequência, contudo, inevitavelmente, você vai se deparar com aquele filme que não vai sair da sua cabeça, mas não por uma qualidade fora do comum, mas justamente o contrário.

Aproveitando o fato da netfilx ter lançado semana passada um grande exemplo disto, resolvi compilar aqui cinco dos piores filmes que já fizeram meus olhos sangrarem ao longo dos anos, na esperança de que os deuses da sétima arte resolvam me agraciar só com trabalhos bons em seguida.

Para Maiores (Movie 43)

Filmes de antalogia (em que há várias histórias em um mesmo filme) necessitam de um esforço maior do que o normal devido à complexidade de sua realização; a equipe criativa deve conduzir o filme de maneira a permitir que o mesmo tenha coesão entre suas partes e que seja uma experiência agradável.

“Para Maiores” consegue errar em todos esses pontos.

O filme apresenta 14 histórias “de comédia” em que os personagens (interpretados por um elenco de extrema qualidade, composto por nomes como Hugh Jackman, Chloë Grace Moretz, Chris Pratt, Emma Stone, Uma Thurman, entre muitos outros) são postos em vídeos de situações do seu cotidiano totalmente absurdas e escatológicas quando os principais da trama começam uma busca por um suposto filme proibido, o Filme 43. O filme é tão ruim, que alguns dos atores quiseram que suas partes fossem retiradas do filme no período de produção.



Death note (Original Netflix)

Razão principal de eu ter idealizado esse post, a adaptação de Death Note para a telinha feita pela Netflix tem apenas uma semana de lançado e já vai aparecer em dois posts aqui do blog, mas infelizmente não por sua qualidade, e sim pela falta dela.

Recheado de clichês românticos que não fazem sentido algum (como assim a Mia está um minuto colocando o nome dele no caderno, gritando com ele “me dá a porra do meu caderno” e alguns segundos depois falando “eu te amo demais” entre lágrimas?), de decisões estúpidas vindas de personagens que deveriam ter um intelecto superior (você descobre que pode assassinar pessoas por um caderno e a primeira coisa que você faz é contar para alguém que você está conversando há 3 minutos?), atuações memoravelmente ruins, uma trilha sonora que não se encaixa e uma direção trágica, Death Note consegue decepcionar em praticamente tudo, mesmo que você nunca tenha assistido o anime original ou desconsidere o fato de ser uma adaptação.


Deu a louca em Hollywood (Epic Movie)

Jason Friedberg e Aaron Seltzer são uma dupla de roteiristas/diretores que já são conhecidos pela péssima qualidade de seus trabalhos (tanto que dois filmes deles entraram nessa lista). “Deu a louca em Hollywood” não é diferente: o filme é um poço de idiotice reunida num esforço contínuo de juntar o máximo de referências de filmes possíveis com as piores atuações possíveis.

Como o outro filme da dupla presente nesta lista, “Deu a louca em Hollywood” busca juntar essas referências e construir um roteiro Frankeinstein, usando partes de títulos como Harry Potter, Narnia, A fantástica fábrica de chocolate e Piratas do Caribe (esse último é difícil de lidar de tão ruim que é...) e o resultado não é outro: é tão difícil de assistir que o fim do filme é quase um alívio, se não fosse o tempo perdido.


Caçador de recompensas (The Bounty Hunter)

Para quem for fã de comédias românticas, talvez ache esse o menos pior da lista. Eu posso não ser o maior adorados do gênero, mas A Dona do Blog™ vê que eu me esforço sempre que ela pede pra gente assistir algum, e eu sempre assisto de bom grado.

"Caçador de Recompensas" não foi um filme que assisti quando já namorávamos, mas sim um que vi junto a um grupo de amigos anos atrás, e posso dizer: ô, arrependimento. 

O filme me atraiu por ter a Rachel de Friends (e o Leônidas de 300!), mas demonstra-se como um enfadonho composto de frases feitas e clichê enlatado que torna impossível a tarefa de gostar de alguma forma dos personagens para quem assiste. Dê uma maneira geral, se tornou o epítome das comédias românticas ruins para mim e me marcou negativamente até os dias de hoje.


Super-heróis: A Liga da Injustiça (Disaster Movie)

Sinceramente, não sei como as pessoas (eu incluso) ainda se dão o trabalho de assistir algum filme da combinação Friedberg/Seltzer, e muito menos como os dois ainda conseguem fechar contratos para dirigirem filmes. Minha teoria é que os dois saibam os podres de muita gente rica em Hollywood e por isso continuam sendo contratados (eu chamo de Teoria do Adam Sandler).

Tão ruim quanto os outros filmes deles, Super-heróis: A Liga da Injustiça faz com que o espectador embarque numa viagem repleta de piadas raciais que já não fazem graça para ninguém há muitos anos, piadas sobre peidos e mais uma tonelada de referências reunidas na esperança de que saia algo bom. Corra como vampiro corre da cruz.


Não concordou com a lista? Achou que faltou algum filme do Adam Sandler? Comenta aí!


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